Publicado por: Neto | 11/11/2009

forgotten tunes. why do you let me stay here?

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Why don’t you sit right down and stay a while?
We like the same things and I like your style
It’s not a secret, why do you keep it?
I’m just sitting on the shelf

Publicado por: Tomás Lima | 07/11/2009

He-Garfield

Essa é rapidinha, achei enquanto estava estudando para uma prova (!!!). O que acontece quando se mistura X-Men com Charlie Brown? E He-man com Garfield? Luluzinha em Sin City?

Garfield

xnuts

nancy

Quem quiser mais, aqui tem.

Publicado por: Tomás Lima | 05/11/2009

V – Premiere

Saudações joviais, ferrenhos leitores do Why So Pop?! Acabei de ver o episódio piloto da nova série da ABC, V, que estreou dia 3 de novembro nos US&A. Ainda estou acabando de digerir o que acabei de ver, que série fantástica!

Para quem ainda não sabe, V (não confundir com V de Vingança) conta a história de várias naves extraterrestres que vem visitar a Terra trazendo mensagens de paz, amor, tranqüilidade, entre outras coisas. Mas mal sabe a humanidade que os ETs, a princípio parecidos com humanos, na verdade são bichos reptilianos que querem exterminar a humanidade!!! Que coisa horrível de se fazer!

Vamos agora aos comentários sobre o episódio. Se não quer spoilers não continue lendo. Ou continue, eu realmente não me importo.

A série começa com um ligeiro tremor em New York New York (sempre lá!), nossa queria Juliet de Lost, agora agente do FBI (sempre o FBI!), acorda preocupada com seu filho rebelde. Enquanto isso um afrodescendentão de terno compra um anel de noivado para sua esposa e um padre salva um mendigo de esmagado por Jesus Cristo (!!!). Mas relaxem! Não é terremoto, são apenas naves alienígenas gigantes entrando na atmosfera!

Medo...

É então que temos nosso primeiro contato imediato na série. Um rosto gigante aparece nas naves e começa a dizer as tradicionais mensagens de paz e harmonia que estamos acostumados. É a Visitante líder, a brasileira Morena Baccarin, também conhecida como Inara Serra em Firefly e Crazy Eyes em How I Met Your Mother. Ela realmente tem uma cara estranha…

Temos um avanço temporal e vemos que os Vs viraram mais modinha que vampiros que brilham no Sol. O Filho Rebelde (até eu aprender o nome dele só vou chamá-lo assim) da Juliet é o fã número 1 dos ETs, a ponto de se alistar escondido para ser um embaixador da paz deles. O Padre acha tudo bom demais para ser verdade e questiona a posição do Vaticano de “somos todos filhos de Deus”. Juliet e seu parceiro Steve, the Pirate (também de Firefly, Morte no Funeral, Dodgeball) investigam uma célula terrorista que, ao contrário das outras, ficou mais ativa depois que os ETzões apareceram. Enquanto isso, Negão de Terno é importunado por um amigo, Georgie, para que ele volte ao grupinho secreto do qual fazia parte.

A patota (?) toda reunida

Juliet e o Padre vão parar em uma reunião do grupinho secreto. Lá Georgie começa com um papinho de doido dizendo que os Visitantes são seres reptilianos e que estão na Terra tem um bom tempo, escrotizando com grandes eventos da humanidade e que eles na verdade querem nos destruir. Juliet começa a acha tudo balela, quando os Vs atacam a reunião. E, surpresa, Steve, the Pirate é um deles! Mas Juliet consegue matá-lo e, aparentemente, acabar com a presença dele na série. Depois chega o Negão de Terno e salva todo mundo. Surpresa, ele também é um V! Mas ele é um traidor rebelde (eu fiz isso soar tão pejorativo) e está do lado dos humanos!

Não sei se deu para perceber, mas a série é FODA! (E eu com ilusões de aumentar meu vocabulário…) Mal posso esperar o próximo episódio! Infelizmente vão sair quatro em novembro e o resto só em março… segundo os produtores é para fazer da série um grande evento.Vai entender.

Nota 10

Publicado por: Neto | 30/10/2009

Mix Phoenix

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Não é novidade pra ninguém que o Phoenix fez um dos melhores discos de 2009. Com músicas como a trinca que inicia o álbum – “Lisztomania”, “1901″ e “Fences” -, Wolfgang Amadeus Phoenix está sendo elogiado constantemente ao longo do ano pela mídia especializada.

E o sucesso foi tanto que vários artistas resolveram remixar as músicas – que, aliás, possibilitam bem essa prática pois mesclam com maestria indie rock, teclados e sintetizadores.

A banda, gostando muito dos remixes, resolveu juntar todos e lançar, oficialmente, um disco só com as melhores versões modificadas de Wolfgang. O resultado foi o fantástico Wolfgang Amadeus Phoenix – The Remix Collection.

Contendo mixes de artistas como Passion Pit, Friendly Fires e Animal Collective, o álbum é uma ótima extensão e um perfeito completemento pra quem gostou do trabalho original, que foi lançado em maio.

Para quem se interessou, basta clicar a-qui, baixar o disco e dar um play nele quando sua festa tiver mais animada! (ou quando você precisar animá-la).

Publicado por: Tomás Lima | 27/10/2009

Flashforward – S01E05

Saudações joviais, ávidos leitores do Why so Pop?!  Faz algum tempo que não apareço por aqui com um review, então resolvi remediar isso. Ninguém pediu, mas não me importo. Vamos então ao quinto episódio de Flashforward!

Esse review terá spoilers, então se você ainda não viu o episódio, não continue (ou continue, tanto faz).

Este episódio foi mais parado do que os anteriores, com poucas revelações relevantes para o plot principal. Mark e a galerinha do FBI, além do pessoal de outras agências, têm que passar por uma auditoria em Washington para terem seus orçamentos de investigação do blackout renovados. Tudo vai por água abaixo, até o Chefe Privada chantagear o Mr. President para que ele aprove os gastos do FBI. A melhor parte desse bloco do episódio foram as teorias furadas das outras agências, desde alienígenas até os chineses da CIA.

Enquanto isso, em NY, descobrimos que a Agente Lésbica arrumou uma namorada gatinha. E no meio desse tórrido romance (que termina porque a namorada gatinha descobre que o flash forward da Agente Lésbica envolve ela estar grávida) o pessoal do FBI que hackeou os satélites da CIA descobre umas torres na Somália, que foram construídas na época que morreram corvos por lá. Um episódio inteiro para descobrirmos umas torrezinhas. Para ser mais inútil, só se o Rodrigo Santoro tivesse participado.

Ela pega mais mulher do que eu...

E então chegamos ao final. Final recheado de ação, esse! Enquanto saem de um estacionamento, a galerinha do FBI em Washington atacada por asiáticos armados,  mas felizmente Mark, Chefe Privada e o Agente Coreano conseguem rechaçá-los. Em I Love NY a Agente Lésbica escuta tudo isso por telefone quando também é atacada por asiáticos! Mas como ela é a personagem mais badass motherfucker da série, mata os dois, um deles na porrada. Infelizmente, ela leva um tiro na barriga e a série termina com ela caída nos asfalto se lembrando de sua visão. Foi uma cena muito bacana, alias.

Voltando aos meus tempos de conspirólogo de Lost, eu tenho uma teoria: eu acho que esses asiáticos foram contratados pela CIA para dar suporte à teoria deles de que o apagão é coisa dos chineses. Faz sentido. Ou então a CIA estava certa o tempo todo e realmente são os chineses. Mas prefiro minha teoria.

Esse foi um episódio razoável. O plot principal andou muito pouco, mas desenvolveu bem alguns personagens. Realmente estou preocupado com a Agente Lésbica.

Nota 6,5

Fiquem com o promo do próximo episódio!

Publicado por: Neto | 26/10/2009

C.S.I’s Bullet Time

Nunca assisti a um episódio da famosa série C.S.I, mas sei que ela é hoje uma das mais populares nos EUA e que já lançou até alguns spinoffs.

Mencionei a franquia porque acabei de ver a  cena de abertura de sua décima temporada e, de acordo com a Época, a cena é a mais cara já feita na história da TV, custando nada menos que 400 mil DÓLARES!

A filmagem dura pouco mais de dois minutos e mostra uma sucessão de acontecimentos que são filmados de forma, hã, congelada. O curioso é que a técnica lembra algumas cenas de Matrix e, como parte do elenco da série, está Lawrence Fishburne – o eterno Morpheus da criação dos irmãos Wachowski. Pra quem ficou curioso, vale MUITO a pena dar uma olhada:

Publicado por: Tomás Lima | 22/10/2009

Bomba sobre Los Hermanos!

Escrever sobre bandas não é o meu forte, para isso existe meu amigo @netorodrigues. Mas qual não foi minha surpresa, ao passar pelo site d’O Globo e ver uma notícia sobre Anna Júlia, a musa inspiradora dos Los Hermanos, que colocou eles no mapa do cenário musical nacional (rimou!).

Enfim, esse post é apenas falar, com todo o respeito, PORRA! QUE MUSA HORROROSA!

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Que decepção, Hermanos

Acho que morri um pouco por dentro.

Publicado por: Neto | 21/10/2009

Fim de semana roqueiro

créditos da foto: @okent

créditos da foto: @okent

Sexta (23) é dia de Jambolada em Uberlândia! Um dos maiores festivais de música alternativa do estado de Minas Gerais receberá, em sua edição 2009, nomes como Pato Fu, Canastra, Ophelia and the Tree, Cérebro Eletrônico e, é claaaaaro, Black Drawing Chalks – a maior revelação do rock nacional desde Forgotten Boys.

Descobri a banda por volta de meados de abril e, desde então, escuto exaustivamente os dois discos lançados pela banda, principalmente o último: o fantástico Life is a big holiday for us, que ocupará, com certeza, o primeiro lugar da minha lista de melhores discos nacionais do ano. Fato!

Tá achando que eu tô exagerando, né? Pois olha o nível dessa apresentação da banda com o Chuck, ex-Forgotten, dia desses no clube Inferno, em São Paulo:

Além do Black, também espero ver uma bela apresentação dos uberlandenses do Ophelia and the Tree – banda que faz um indiepop minimalista com vestígios de Belle and Sebastian e que tem na voz fofa da vocalista Camila Franco seu grande destaque. Pra quem se interessar, o Myspace do grupo está cheio de músicas agradáveis.

Outra atração que, possivelmente, vai valer muito uma “espiada” é o Canastra – sexteto vindo da cidade maravilhosa e que faz uma tremenda e deliciosa salada musical com base no rockabilly e com influências que vão desde a música country até o jazz. E sabe quem é o baterista? Rodribo “Los Hermanos” Barba. Uma ótima credencial para a banda, convenhamos, vai?

Entre essas e outras é que se sustentará a quinta edição do Jambolada, que ainda contará, no “Domingo na Praça”, com a banda vencedora do VMB ‘09, na categoria “webhit do ano”, Os Seminovos. Escolha já seu nerd e o leve ao festival com você (se você for uma garota, obviamente).

Publicado por: Neto | 18/10/2009

forgotten tunes. the hand that feeds.

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just how deep do you believe?
will you bite the hand that feeds?
will you chew until it bleeds?
can you get up off your knees?
are you brave enough to see?
do you want to change it?

Publicado por: Tomás Lima | 17/10/2009

Blog apenas para humanos

Acabei de ver Distrito 9, então ainda estou com o filme bem fresco na cabeça para escrever isso aqui. Fui ver o filme com uma senhora expectativa, afinal, depois de tantos pontos de ônibus só para humanos, fiquei ansioso para ver aquela história.

Para aqueles que estavam em outro planeta (tundun pshhh) e não ouviram falar sobre o filme, ele conta a história de uma nave alienígena capenga que veio parar na Terra. Mais especificamente em Joanesburgo, na África do Sul. Lá os “camarões” são relegados à uma favelona, o famigerado Distrito 9.

Esta excelente película é, em grande parte, feita na forma de um documentário fictício – um mockumentary que conta como é forte o preconceito e a crueldade com os tais camarões. Os abusos são mostrados de forma bem explícita e é muito fácil ficar com raiva dos humanos. Humanos esses mais cruéis que os judeus do Tarantino.

Olha! Que humano feio!

"Olha! Que humano feio!"

O filme se desenvolve mais como uma grande crítica social no começo e no final temos ótimas cenas de ação hollywoodianas. Distrito 9 foi criticado por essa abordagem, muitos acharam as cenas de tiroteio desnecessárias, enquanto outros, dormiram na parte de documentário. Pessoalmente eu achei ambas as partes sensacionais. Quando o início começa a cansar, começamos a ver armas alienígenas explodindo coisas. Não tenho do que reclamar.

Não vou contar como a história se desenvolve, porque desde o começo já é muito spoiler, mas os personagens são ótimos, tanto os humanos quanto os não-humanos. Apesar dos estereótipos clichês, como o herói contra a vontade, o menino gênio, o alien gente fina e o antagonista sádico, todos são bem trabalhados e nos fazem torcer, ou não, para eles.

Distrito 9 é uma ótima pedida para quem está cansado de ficções científicas tradicionais, gosta de críticas sociais ou simplesmente acha uma boa ver pessoas explodindo.

Nota 9

Obs: Que legenda porca, traduzir a tropa de choque como BOPE doeu.

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