Publicado por: Neto | 04/12/2009

Like a riot, like a riot, oh!

É por essas e outras que eu considero o Phoenix uma das melhores bandas atuais:

Pra quem se interessou e quiser ver mais dessa interessante session que o francês La Blogotheque fez com sua banda conterrânea, é só ir ali no post do Alex, no MTJ.

Publicado por: Neto | 04/12/2009

forgotten tunes. shade.

claims, they crawled from those clouds and
over mountains cried
into the streams where they ran the length of
past and time that called out
with their hands beside you

Publicado por: Neto | 25/11/2009

Neil Young Prince of Bel-Air

Ai, né, o Jimmy Fallon, palhaço como sempre, foi lá e imitou – muito bem, diga-se de passagem – o Neil Young. Mas calma, a grande peculiaridade ainda está por vir: a música tocada foi o tema da série “Fresh Prince of Bel-Air”, do Will Smith. Lembra?

 

Publicado por: Neto | 25/11/2009

abutres malditos!

Já leram a resenha que fiz pro discãããããão do Them Crooked Vultures? Não? Que absurdo! Corre lá, então!

Feito isso, um certo canal do Youtube chamado “QOTSAvideos” fez a caridade de disponibilizar o show que o supergrupo fez no Reading Festival, na Inglaterra, em agosto deste ano. A apresentação, como não poderia deixar de ser, foi sensacional e mostrou uma banda bem entrosada e que pode ser a grande novidade de 2009 nas listas dos melhores do ano.

Ficou curioso? Então dê uma olhada nos vídeos:

New Fang:

Mind Eraser, No Chaser:

Dead End Frieds:

Caso queira ver os outros quatro vídeos do show, é só ir lá na página do QOTSAvideos, no Youtube.

Publicado por: Neto | 25/11/2009

Nunca é demais…

…zoar Crepúsculo. Sério, diversão garantida:

Publicado por: Neto | 20/11/2009

You want the truth?

O que é melhor que zoar Crepúsculo? Ver um vídeo que zoa não só a saga mexicana vampiresca como também coloca um sósia do Tom Cruise ASSUSTADORAMENTE parecido com o original fazendo testes para entrar no elenco do teen drama. Sério, vale o clique:

via Twitter do Jovem Nerd.

Publicado por: Neto | 17/11/2009

forgotten tunes. kinky afro.

Yippee-ippee-ey-ey-ay-yey-yey
I had to crucify some brother today
And I don’t hear what you gotta say
So come on and say it
Come on and tell me twice

Publicado por: Tomás Lima | 17/11/2009

When there is no more room in hell…

Zombieland

Saudações, leitores em decomposição do Why So Pop?!! Conforme prometi no meu twitter, que ninguém viu, vou fazer a resenha desse magnífico filme de zumbis. Antes de começar, deixem-me contextualizá-los um pouco no meu passado. Desde que me entendo por gente sou fanático por zumbis. Adoro os filmes do Romero e não perco nada que o Simon Pegg fez desde Shaun of the Dead.Um dos meus maiores sonhos é acontecer um apocalipse zumbi. Então quando soube desse filme, não pude deixar de ter minhas expectativas lá em cima.

Para quem estava morto (tudun psh) e não sabe o plot do filme, vamos lá: os mortos voltaram à vida. Como zumbis. E o pior, zumbis maratonistas! Quem entende de zumbis sabe que esse é o pior tipo. Quem não entende, só precisa saber que esses zumbis correm, e muito. E para sobreviver a esse utópico futuro, o protagonista Columbus desenvolveu uma série de regras de sobrevivência que são mostradas principalmente durante o a primeira metade do filme. Columbus também não é o protagonista típico, ele é paranóico, hipocondríaco e seu relacionamento com o sexo oposto tem um histórico questionável.

Zombieland

Strike três! Está fora!

No elenco também temos Woody Harrelson, nosso maconheiro de plantão, Emma Stone (Superbad) e a Pequena Miss Sunshine (Abgail Breslin). Todos excelentes. Woody cai como uma luva (nunca tinha usado essa expressão antes, não sei se gostei dela…) no papel do sulista cowboy Tallahassee. Ele mata zumbis como se tivesse nascido para isso. Eu gosto de pensar que também nasci para isso, mas ainda não tive como confirmar essa suposição.

Esse review não estaria completo se eu não comentasse da participação especialíssima de Bill Muray. Mas comentar da participação especialíssima de Bill Muray e spoilar o filme, então esse review não vai estar completo.

Como deu para perceber, não é nada muito profundo. Esse filme não é, na verdade, uma crítica ácida à sociedade e os personagens não tem várias camadas.  Mas quem precisa de profundidade quando o assunto é zumbis? Como diria Tallahassee  “We’re in the zombie killing business and business are boomin’!” Ou seja, para ver o filme, basta relaxar e aproveitar a carnificina.

Nota 9, não é um filme profundo, mas diabos, como é divertido!

Publicado por: Neto | 13/11/2009

Clipe: Brendan Benson – A Whole Lot Better

My old, familiar friend, um dos bons discos de rock do ano, trouxe belas composições do talentosíssimo companheiro de Jack White no The Raconteurs, Brendan Benson.

E é desse álbum que foi tirada a música “A whole lot better” (música que esteve, inclusive, na primeira edição da mixtape do Move That Jukebox) – cujo clipe, recém-lançado, você vê a seguir:

Publicado por: Neto | 12/11/2009

@planeta_terra

Texto originalmente postado em Página Cultural.

07112009096

Sonora Main Stage

Quem diria que seria em um parque de diversões um dos maiores festivais de música no país em 2009? A aposta da organização do Festival Planeta Terra – que perdeu o local das duas edições passadas do evento, a elogiadíssima Vila dos Galpões – foi levar o maior número de pessoas possível ao Playcenter. E um fato ficou evidente pra quem esteve presente no parque, no último sábado (7): os organizadores do festival não poderiam ter tido uma sacada mais genial e acertada.

Em março passado, a Chácara do Jockey, também em São Paulo, sediou o Just a Fest – festival que não só ficou marcado por ter conseguido reunir o Los Hermanos, como também trouxe, além do Kraftwerk, o todo poderoso Radiohead, que protagonizou o melhor e mais catártico show que o Brasil pôde presenciar nos últimos anos. “Como superar tal feito?”, devem ter pensado os responsáveis pelo Planeta Terra. Bem, não sei se conseguiram superar Thom Yorke e cia., mas a pontualidade certeira das atrações somada a banheiros limpos, filas aceitáveis para comprar e consumir bebidas e comidas e a possibilidade de andar de montanha-russa, carrinho bate-bate e entrar no Castelo dos Horrres (hehe) fez com que quase esquecêssemos de que haviam dois palcos em lugares distintos do parque onde aconteceriam performances de Sonic Youth, Primal Scream, Iggy Pop, Maximo Park, The Ting Tings, Móveis Coloniais de Acaju, etc.

Móveis

Móveis dedicou grande parte de seu show ao novo disco – C_mpl_te

Começando pontualmente as 16h, o trio cuiabano Macaco Bong subiu ao palco do Main Stage para dar início ao festival com uma linda performance instrumental enquanto o sol em São Paulo chegava, facilmente, a uns 30°. Pausa para tomar uma Heineken (sempre gelada, aliás – vale ressaltar mais esse gol a favor do festival) e esperar a “feijoada búlgara” da big band brasiliense Móveis Coloniais de Acaju. E que showzaço! Com presenças de palco e simpatias impecáveis, os integrantes logo conquistaram a pequena platéia inicial mas que, ao final da apresentação do grupo, já teria triplicado, no mínimo. Às 19h foi a vez da primeira atração internacional da noite: os ingleses do Maximo Park, que fizeram um ótimo e agitadíssimo show para os fãs e que também roubaram a atenção de quem não os conhecia. Destaque para o hit de 2005 “Apply some pressure“.

Acabado o show, resolvi ir no Turbo Drop (sério, quase morri de tensão na queda do “brinquedo”). A fila tava um pouco grande mas achei que daria tempo de ir e ainda voltar para pegar o começo do show do Primal Scream. Estava errado. Perdi os 15 minutos iniciais do show de Bobby Gillespie e sua trupe escocesa. O restante do show foi morno, deixando a sensação de que a lendária banda que, um dia, já fez o icônico Screamadelica, poderia ter se esforçado mais para agitar o público – que, a essa altura, já lotava a área do Palco Principal à esperava do Sonic Youth.

E às 22h subiam ao palco a razão pela qual eu fui ao festival: Kim Gordon, Lee Ranaldo, Thurston Moore e Steve Shelley (acrescidos do baixista do Pavement, Mark Ibold) empunharam seus instrumentos e assim começava o show da maior banda de rock alternativo da história: Sonic Youth. E, como já era previsto (pelo menos por quem estava acompanhando a turnê atual dos caras), a banda tocou grande parte de seu último disco – The Eternal – junto com pérolas dos clássicos Daydream Nation e Sister. Apresentação impecável que, pelo menos pra mim, levou o honorário título de “Melhor show da noite”.

SY

Kim Gordon e sua dancinha giratória em “Jams Run Free”

Depois da exaustiva maratona no Main Stage, resolvi cometer o que para muitos será chamado de “sacrilégio sem tamanho”: troquei a “lenda do punk” Iggy Pop pelo show simpático e energético da dupla inglesa The Ting Tings. E sabe que não me arrependi? O duo de, hã, indie electro-pop (?!) conseguiu manter uma animação absurda durante todo seu curto set e, assim, fechou a noite para as bandas no Coca-Cola Zero Stage, deixando o palco a cargo de DJs (entre eles, a ótima dupla N.A.S.A.) até às 4h30.

Com mais de 12 horas ininterruptas de som e misturando vários estilos, o Festival Planeta Terra completou sua terceira edição – que, se não foi a melhor em termos musicais, pelo menos foi a mais divertida e mais bem organizada e estruturada, em todos os aspectos. E, sobre a parte musical, talvez não tenha sido tão acertada a ideia de trazer hypes antigos (??) como Maximo Park e Ting Tings (apesar de seus bons shows), mas um line-up que tenha Sonic Youth entre seus headliners dificilmente pode se dar ao luxo de ser questionado.

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Para acompanhar mais notícias e resenhas específicas sobre o festival, acesse o Move That Jukebox!.

Fotos: Terra

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